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| Caçado pelas polícias, Floro Calheiros era acusado de dezenas de crimes (Foto:Divulgação) |
Um dos homens mais procurados pelas polícias de todo o Brasil, Floro Calheiros, ou 'Ricardo Alagoano', morreu em troca de tiros na com as polícias do Tocantins e Sergipe,na manhã deste domingo (10), no acesso à cidade de Barreiras, na Bahia. Um sobrinho dele, identificado como Lucas Calheiros, também morreu no confronto, enquanto o filho Fábio Calheiros ficou gravemente ferido em Tocantins, tendo sido levado para um hospital local.
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| Sobrinho de Floro, Lucas Calheiros também morreu (Foto: Divulgação) |
Após investigações, a Polícia Federal de Sergipe encontrou o alagoano escondido em uma de suas fazendas na cidade de Gurupi, interior de Tocantins. Um verdadeiro cerco foi feito na tentativa de os policiais cumprirem os mandados de prisão ainda naquele Estado. Porém, ao receber voz de prisão, Floro reagiu e conseguiu escapar rumando em direção à Bahia, juntamente com o sobrinho.
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| Fábio, filho de Floro, foi baleado e está em hospital no Tocantins (Foto: Divulgação) |
Informação foi repassada e uma barreira montada por policiais militares e federais enquanto outros de Sergipe e Tocantins faziam a perseguição. Na entrada de Barreiras, Floro Calheiros foi interceptado e teria começado a efetuar disparos em direção às polícias. Os policiais reagiram e Floro e o sobrinho Lucas morreram no local.
Ação
A ação, segundo informou à Gazetaweb o tenente-coronel PM Maranhão, superior de dia da polícia do Tocantins, foi de responsabilidade da Polícia Federal, com apoio do 4° Batalhão.
“O cumprimento das prisões estava a cargo da Polícia Federal. Nós demos apenas apoio”- disse o coronel.
Ainda de acordo com policiais militares, a operação contou com grupos especializados e de helicópteros para garantir que Floro Calheiros não escapasse. Um policial que estava de plantão na Superintendência da Polícia Federal em Sergipe disse não ter autorização para falar sobre o caso, o que que só seria possível na manhã desta segunda-feira. Mas a Gazetaweb conseguiu informação junto à base de Palmas, capital do Tocantins, de que suas equipes estariam a caminho de Aracaju.
Quem era Floro Calheiros
Floro Barbosa Calheiros era agiota e, segundo a polícia segipana, o autor intelectual do assassinato do ex-deputado e empresário Maurício Cotrim Guimarães, de 59 anos, ocorrido em uma praça de Itamaraju, no dia 14 de setembro de 2009, e também da tentativa de homicídio contra o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SE), Luiz Mendonça, pelo qual era acusado de fraudes eleitorais em Canindé de São Francisco - SE.
Ação
A ação, segundo informou à Gazetaweb o tenente-coronel PM Maranhão, superior de dia da polícia do Tocantins, foi de responsabilidade da Polícia Federal, com apoio do 4° Batalhão.
“O cumprimento das prisões estava a cargo da Polícia Federal. Nós demos apenas apoio”- disse o coronel.
Ainda de acordo com policiais militares, a operação contou com grupos especializados e de helicópteros para garantir que Floro Calheiros não escapasse. Um policial que estava de plantão na Superintendência da Polícia Federal em Sergipe disse não ter autorização para falar sobre o caso, o que que só seria possível na manhã desta segunda-feira. Mas a Gazetaweb conseguiu informação junto à base de Palmas, capital do Tocantins, de que suas equipes estariam a caminho de Aracaju.
Quem era Floro Calheiros
Floro Barbosa Calheiros era agiota e, segundo a polícia segipana, o autor intelectual do assassinato do ex-deputado e empresário Maurício Cotrim Guimarães, de 59 anos, ocorrido em uma praça de Itamaraju, no dia 14 de setembro de 2009, e também da tentativa de homicídio contra o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SE), Luiz Mendonça, pelo qual era acusado de fraudes eleitorais em Canindé de São Francisco - SE.
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| Floro reagiu e foi morto no asfalto (Foto: Infonet) |
Morte do ex-deputado teria duas linhas de investigação, segundo a polícia. Em uma, teria sido por vingança em consequência de um empréstimo que a vítima não teria pago. Já pela outra, teria ocorrido para defender a honra de um amigo advogado traído pelo ex-deputado ao se relacionar com a sua esposa.
Floro Calheiros era acusado ainda de ter matado a ex-mulher Maria Paulina dos Santos, em Alagoas, e também de outras autorias intelectuais, tendo como executores os pistoleiros Alemão - que o próprio Floro teria mandado matar em 2009 como queima de arquivo - e Roque. Estes foram apontados como assassinos do ex-deputado e de outras pessoas.
Floro Calheiros era acusado ainda de ter matado a ex-mulher Maria Paulina dos Santos, em Alagoas, e também de outras autorias intelectuais, tendo como executores os pistoleiros Alemão - que o próprio Floro teria mandado matar em 2009 como queima de arquivo - e Roque. Estes foram apontados como assassinos do ex-deputado e de outras pessoas.
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| O sobrinho e um amigo de Floro também mortos (Foto: Infonet) |
No 'currículo' criminoso de Calheiros estão chacinas e outras dezenas de mortes confessadas pelos pistoleiros, que afirmaram na polícia trabalhar para o alagoano. Floro já havia fugido do presídio de Sergipe duas vezes, a última em 2008. Ele era considerado altamente perigoso.












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